O corpo se deforma, porém a somatória das forças do corpo continua tendo que ser 0, então de onde vem a força para compensar a ação externa?
quarta-feira, 31 de março de 2021
Força elástica
O corpo se deforma, porém a somatória das forças do corpo continua tendo que ser 0, então de onde vem a força para compensar a ação externa?
terça-feira, 30 de março de 2021
Multiplexadores e desmultiplexadores
Quando montamos um circuito digital em uma protoboard, usando fios para fazer as conexões, sempre que queremos mudar um contato devemos retirar o fio e reposiciona-lo, porém ao trabalharmos com uma placa de circuito impressa, não temos a liberdade para mover os condutores, então como podem ser feitas essas mudanças de conexões?
A resposta é com lógicas multiplexadoras e desmultiplexadores (MUX e DEMUX), eu faleu aqui lógicas e não CI´s porque essas formas de funcionamento já vem internas de muitos chips, e não como um componente externo, veja o exemplo abaixo, retirado do databook dos CI´s da familia ATmega
Esse é o funcionamento de um multiplexador, com um sinal de controle, a seta de cima, ele escolhe qual das entradas é a necessária no circuito, e envia apenas ela para sua saida, a direita.
O demultiplexador tem um funcionamento semelhante mas invertido em relação ao multiplexador, ao invés de selecionar uma de várias entradas para disponibilizar na saida, ele possui apenas uma entrada que pode lançar em diferentes saidas:
Essas lógicas são bastante usadas dentro de microcontroladores, e de sensores, por isso é bom ter noção do funcionamento delas.
segunda-feira, 29 de março de 2021
Buffer
quinta-feira, 25 de março de 2021
Circuitos somadores e subtratores binários
Já vimos em Operações com Binários como fazer operações de adição e subtração binárias manualmente, mas fazer isso não tem muito propósito, a aplicação realmente útil para esses procedimentos e preparar um circuito eletrônico que realize essas operações automaticamente, pela gente, aqui vou exemplificar o procedimento para adição, e o processo para subtração é semelhante, então primeiro vamos montar como seria a tabela verdade do circuito de soma.
Somador binário
o bit menos significativo depende apenas dos números que estamos somando, então a tabela dele terá duas entradas, mas os bits seguintes, além dos números sendo somados, podem receber um complemento dos bits anteriores, então terão 3 entradas. veja a tabela para:
Bit menos significativo:
Nessa tabela, como já foi comentado Cin é uma entrada que depende da soma do bit anterior, N1 e N2 vêm dos números que se faz a soma e S é o resultado e Co o estouro, esse estouro vira o Cin do próximo bit sendo somado, essa tabela verdade pertence ao circuito Full Adder (FA)
Os circuitos com portas lógicas para uma soma de 2 conjuntos de 2 bits pode ser visto abaixo:
Para somar mais bits, basta adicionar mais etapas com full adders, usando o Cout do anterior como Cin da etapa seguinte, mas não será necessário montar esses circuitos todo o tempo, existem circuitos integrados que já fazem toda essa lógica de soma para nós, como é o caso do CI 74HC283, que é um somador binário de 4 bits.
Subtrator binário
quarta-feira, 24 de março de 2021
Base de um espaço vetorial
Um espaço vetorial tem a sua representação usual, dada como uma ênupla que é uma série ordenada de números
Nesse caso o subíndice n é determinado pela dimensão do espaço vetorial que se está trabalhando. Mas o que isso conjunto de valores representa? Isso depende de a qual base do espaço vetorial esse vetor se refere, O número na posição da ênupla multiplica o vetor correspondente da base na definição do espaço vetorial, Veja o exemplo do espaço vetorial R2 abaixo:
A base mais comum de ser vista é a base o vetor determinado por V=(4 ,3) multiplicado pela base canônica, X=(1 , 0) e Y=(0 , 1), o vetor estará na posição avançando 4 unidades no eixo x, e 3 unidades no eixo y, mas podemos usar qualquer base, se ela atender aos seguintes fatores:
Mas o que essas coisas significam? Vamos ver isso:
1. Vetores serem LI: ou linearmente independentes, significa que os vetores da base não podem ser escritos como combinação linear uns dos outros, veja os exemplos abaixo
No exemplo à esquerda não existe um número real que multiplicado por um vetor resulte no outro, mas no exemplo à direita se multiplicarmos o primeiro vetor por 2 chegamos no 2 vetor, isso faz eles linearmente dependentes.
Na segunda linha eles gerarem todo o espaço vetorial, significa que eles devem cobrir todo o espaço vetorial, então o número de vetores da base deve ser de acordo com a dimensão do espaço, dois vetores para o R2, 3 para o R3 e assim por diante.
Se essas condições forem atendidas qualquer grupo de vetores pode ser a base de um espaço vetorial, e o vetor deve ter representado na sua ênupla a qual base ele se refere, se não houver indicação utiliza-se a base canônica.
Mudança de base
Fonte:
Aulas de N2ALN no Instituto Federal de São Paulo, IFSP, no período de 01/19 até 07/19