No mundo a nossa volta estamos cercados de grandezas que podem variar dentro de certos limites, como tensão elétrica, temperatura, velocidade, entre outras, essas grandezas podem assumir qualquer valor dentro de um conjunto específico, isso porque elas são grandezas definidas com o auxílio dos números reais, então podemos ter infinitas possibilidades de variações para elas, mas fazer o processamento de um sinal elétrico com toda uma variação de valores seria muito complexo e sujeito à muitos ruídos, então como podemos ter um processamento mais simples e confiável?
A resposta, limitando os valores que a grandeza pode assumir, e trabalhar usando apenas essas opções licitadas, essa é a idéia por traz da eletrônica digital, ao invés de trabalharmos com os sinais diretamente obtidos do mundo a nossa volta, primeiro os convertemos para informações dentro de um determinado padrão, que irá simplificar a análise dos dados.
Em eletrônica digital usamos os valores lógicos 0 e 1, para descrever o mundo, e para processar informações, esse padrão é chamado de codificação binária, pois de infinitos valores, reduzimos para apenas dois, e se fizermos a distinção desses valores corretamente, poderemos processar as informações desejadas sem maiores dificuldades. Porém a codificação binária, não é a única maneira de se trabalhar com sistemas digitais, existem também as codificações octais, com valores que variam entre 0 e 7, totalizando I valores possíveis, e a codificação hexadecimal, que pode assumir valores de 0 até 15, nela os valores acima de 9 são representados por letras, então os valores serão de 0 até F
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